Nunca mais vim ao meu cantinho...
O meu cantinho não está esquecido...
Ando a tratar de correr um pouco. Não é correr comigo, ou melhor até é...
Correr faz-me bem à alma, ao corpo e deixa-me a vacilar. Quando menos espero mais sinto que me sinto a transformar. Hei-de relatar um dia destes a minha actividade de correr Comigo.
A minha essência tem cor... Descobri há bem pouco tempo, que se apagava aos poucos... Resolvi conversar com ela, senti-la e pedir-lhe se me ajudava... Não me respondeu. Fiquei triste... Continuei triste... ela ria-se, ria-se... Não me ajudas! Não me respondes! Já um pouco no seu extremo, disse-me: Já me sentiste? Já? Se me sentires e deixares de me ouvir... Escutarás a voz do coração... Ela tem razão, muita razão... Vou entregar-me à emoção...
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
Perdida... De Novo...
Caíu um raio de leveza
Acentuou a magia que me inundou
Tropecei no que não conheço
Amei o que já tinha amado
Caminho meio descalça pelos trilhos do passado…
Choro porque aprendi a chorar
Sinto-me perdida
Mesmo perdida...
Vazia de tudo...
Reparo que me orientas
Acompanhas…
Nada me chega…
Onde moras vida antiga…
Onde estás vida nova?
Que vida me pertence?
Onde vivo? Estou viva?
Porque resisto ao que não conheço?
O que me consola… É o teu colo que sempre sinto neste meu Eu desconhecido…
O meu ser está perdido para
se reformar… Voltar de novo…
Para um novo começo acabar…
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Primeiro dia do mês de Agosto de 2013
Primeiro dia do mês de Agosto de 2013, apesar de ainda não estar de férias, senti-me de férias... Sinto-me de férias!
Tenho andado fugida, tenho-me refugiado em pequenos retalhos da minha vida, ou de outras vidas e fujo... Fugir para não me comprometer com a eficácia da sinceridade que me consome, mas não mata.
Apanho racatadamente pedras de menina perdida, espanto-me com a leveza com que as levanto e as coloco mesmo à minha frente impedindo o caminho, o meu caminho.
Como é um dia de inicio de férias, como quando em criança visitava a família, me orientava nas brincadeiras, sinto-me perdida e acho-me aqui a escrever, por merecer estar aqui. Gosto tanto deste pequeno pedaço da minha essência, que tenho que ter a paciência em me aceitar. Impotente e sem resistência para resistir.
Vou subir a vibração para não cair na vitimização que tanto acarinhei ao longo destes anos.
Sinto-me crescida, com um coração frágil, que gosta tanto de tanto e teme ser grande para não sofrer. Na verdade sofre na mesma e continua a sofrer, que mesmo pequenina a dor continua a doer...
Mas hoje é o primeiro dia de Agosto... E vou ficar por aqui a acariciar as palavras e os momentos que já vivi... Para alcançar outros escritos e outros saberes que hão-de vir.
Tenho andado fugida, tenho-me refugiado em pequenos retalhos da minha vida, ou de outras vidas e fujo... Fugir para não me comprometer com a eficácia da sinceridade que me consome, mas não mata.
Apanho racatadamente pedras de menina perdida, espanto-me com a leveza com que as levanto e as coloco mesmo à minha frente impedindo o caminho, o meu caminho.
Como é um dia de inicio de férias, como quando em criança visitava a família, me orientava nas brincadeiras, sinto-me perdida e acho-me aqui a escrever, por merecer estar aqui. Gosto tanto deste pequeno pedaço da minha essência, que tenho que ter a paciência em me aceitar. Impotente e sem resistência para resistir.
Vou subir a vibração para não cair na vitimização que tanto acarinhei ao longo destes anos.
Sinto-me crescida, com um coração frágil, que gosta tanto de tanto e teme ser grande para não sofrer. Na verdade sofre na mesma e continua a sofrer, que mesmo pequenina a dor continua a doer...
Mas hoje é o primeiro dia de Agosto... E vou ficar por aqui a acariciar as palavras e os momentos que já vivi... Para alcançar outros escritos e outros saberes que hão-de vir.
quarta-feira, 31 de julho de 2013
31 de Julho 2013
Hoje ultimo dia do mês de Julho reparo que nem este dia tenho para mim...
Estou a tentar uns minutos de descanso mas eles não moram aqui.
Fugiram apesar de acreditar em ti....
Mas afinal a energia ainda paira e está solta...
Voa frágil e pragmática mas voa...
Estou a tentar uns minutos de descanso mas eles não moram aqui.
Fugiram apesar de acreditar em ti....
Mas afinal a energia ainda paira e está solta...
Voa frágil e pragmática mas voa...
quarta-feira, 3 de julho de 2013
O livro: O Sol do Tarot de Sintra
Desde há 3
dias que me refugiei nas frases de um livro que me cativou, mesmo antes do ter.
Como sou de
ideias fixas, em dois dias tinha o livro nas minhas mãos, bem guardadinho como
se fosse um tesouro, que ao cobiçarem-no mo podiam esconder. Escondi-o eu!
Pergunto-me:
Porquê? Se há tanto tempo não conseguia ler um livro até ao fim, porque o faço
agora com dois livros de seguida?
Confesso que
ainda não percebi, nem nunca irei perceber. Resta-me sentir, sinto e faço-o.
Sei que é gratificante para a minha alma e aqui o tenho da cor do Sol, amarelo
e cheio de personagens onde me retrato. É a primeira vez que uma ideia fixa,
não se torna em obsessividade, antes pelo contrário sinto uma tranquilidade ao ler estas personagens.
Aleph
retrata os recantos em que me escondo, em que nunca cheguei a nascer, e quando
nasci voltei a esconder. Sinto tantas vezes os olhos inundados de lágrimas,
lágrimas que silenciam a minha dor e ao mesmo tempo a retratam. Estou como se
costuma dizer: Em estado de graça. Sinto-me leve e sem arrependimento. No
decorrer destes dois dias, a vida mostrou-me o passado, trouxe-me o passado e
sinto-me a fugir dele. Há oito dias queria a minha vida passada de volta, o
universo fez-me a vontade. Mostrou-me e fez-me sentir a sua energia. As
personagens que foram reais tornaram-se ficção, voltaram de carne e osso, para
que não restassem duvidas. Hoje com o “Sol do tarot de Sintra” na mão… Sinto-me
como se me identificasse com o que ainda não sei, mas ao mesmo tempo
adivinho que vou por aqui ficar. Se não saindo do mesmo lugar, o meu mundo de
repente se enriqueceu… O mundo nem sequer é meu… O mundo é de Deus ou de um Ser
Universal, que apesar do ver ou percepcionar , sinto-o dentro de mim. Somos criados à sua imagem e semelhança…
Basta…
Aqui já há
tanto para sentir, principalmente a minha missão. Ontem referia que nunca quis
ter filhos e verbalizei-o de uma forma diferente, sem arrependimento. Talvez
sinta um vazio… O que é este vazio?
Aleph
retrata uma parte de mim, outra parte que me resta quando me sinto judia dentro
deste corpo que não o é… Sei lá se o sou? Sei lá !!!
Numa
dualidade profunda reparo que estou aqui em reflexão… Na minha camara de
reflexão onde reina Deus e Sol e muito mais… O Sol e Ele fundem-se e deixam-me
assim a Oriente de onde estou ou a Oriente para onde vou.
Que
interessa a direcção? Se o que me arrasta é a vocação da criação que temo
destruir. De braços cruzados sobre o peito em esquadro ou sem o ser. Sinto a
medida da imensidão… As palavras, a energia de um livro que hoje me trouxe
tantos recantos e arestas deste meu pequenino eu.
Só me resta
dizer, que só por isto, já me sinto feliz… ou melhor, já me sinto sorrir
profundamente…
Vou retomar
a leitura, para mergulhar na realidade, aquela que conheço e que de lá nunca
quis sair…
segunda-feira, 10 de junho de 2013
Sabe Deus...
Sabe Deus...
O Deus que procuro em mim...
A sua semente mora algures por aqui...
Talvez no mais suave profundo de mim...
Sabes Deus...
O que procuro nunca encontro...
Sabes que a tristeza faz parte...
Sabes que desistir não é um acto cobarde...
Porque esse seria um julgamento...
Sabes Deus não quero Julgar...
Só que me julgo demais...
Nunca encontro o equilíbrio que tanto procuro...
Porque o equilíbrio és tu...
O Ser mais profundo e alto dos céus...
Sabe Deus...
Sabe que em ti confio...
A tua luz é que me alimenta e sustenta aqui na terra...
Mesmo quando se esconde pelo véu escuro e monstruoso do pior que possuo em mim...
Só que sei que não sou isso... E por tudo isto só Deus sabe...
Que ultimamente sinto uma vontade louca de chorar...
Choro de mão dada contigo para não me perder neste labirinto de sombras e silhuetas que não procuro...
São elas que me procuram mas eu já não estou assim...
Apagada, não... Agora sinto sempre uma semente a brilhar...
Essa semente sabe Deus quem m'a ofereceu...
Open arms...
Um grito!
Que loucura penetra nesta janela da vida...
Não me sinto arrependida, sinto-me ser e abranger na loucura da alma...
Sou puro peixe que não nada mas não precisa porque sonha voar...
Quando sentimos o sonho dentro de nós nascer, sentimos o coração expandir e alegrar-se.
Repara-se e volta-se a reparar sinais partidos e repartidos de emoções vividas e por viver.
Nasce-se para se ser o mais possível a nossa essência.
A nossa essência somos nós...
O nós verdadeiro, o nós que vive iluminado que nunca esqueceu quem o germinou e onde foi germinado...
Que loucura penetra nesta janela da vida...
Não me sinto arrependida, sinto-me ser e abranger na loucura da alma...
Sou puro peixe que não nada mas não precisa porque sonha voar...
Quando sentimos o sonho dentro de nós nascer, sentimos o coração expandir e alegrar-se.
Repara-se e volta-se a reparar sinais partidos e repartidos de emoções vividas e por viver.
Nasce-se para se ser o mais possível a nossa essência.
A nossa essência somos nós...
O nós verdadeiro, o nós que vive iluminado que nunca esqueceu quem o germinou e onde foi germinado...
Subscrever:
Mensagens (Atom)

