Tenho estado assim...
Ocupada... A fazer o que gosto...
Não escrevo há muito tempo, porque o tempo me tem dado muitas oportunidades para não ter tempo para ele. Sou feliz assim, mesmo quando o desgaste chega e me demonstra que por mais que queira mudar, não vou conseguir... Como se eu quisesse alguma coisa, querer quero mas não mando. Ainda bem!
Fiz das aulas a minha profissão, fiz da clínica a minha casa e refugio... Tudo que faço gosto, só não gosto de não gostar do tempo que não tenho...
Por isso não te abandonei meu canto da fortuna, meu blogue e amigo... Não te abandono só saí para dar uma espreitadela na minha vida... E quando puder eu regresso, cheia de tempo para contar o que a vida me ensina.
A minha essência tem cor... Descobri há bem pouco tempo, que se apagava aos poucos... Resolvi conversar com ela, senti-la e pedir-lhe se me ajudava... Não me respondeu. Fiquei triste... Continuei triste... ela ria-se, ria-se... Não me ajudas! Não me respondes! Já um pouco no seu extremo, disse-me: Já me sentiste? Já? Se me sentires e deixares de me ouvir... Escutarás a voz do coração... Ela tem razão, muita razão... Vou entregar-me à emoção...
domingo, 15 de dezembro de 2013
domingo, 29 de setembro de 2013
Chove sem correr...
Chove intensamente...
Apetece-me adormecer e sentir a chuva acordar o desejo de sentir a luz.
Angustiada por não ver o sol e não poder sentir o seu calor em mim.
Aos domingos costumo ir correr e depois relaxar... Ver o mar e sentir a espuma em mim, aquelas ondas do Guincho a rebentar.
Sinto um vazio tão grande e profundo.
Não sei o que causa em mim aquela corrida, aqueles passos hesitantes durante tempo consecutivo. Desespero por não ver o tempo passar e ao mesmo tempo quero continuar.
O meu rosto torna-se feliz à medida que perco resistência e ao mesmo tempo ganho sensibilidade para poder continuar sem esforço. Sinto-me estranha, mas chove tanto que nem imagino para onde ir.
Vou tentar ouvir a musica que o caminho gravou em mim, fechar os olhos e ver-me a transpirar e a agradecer por correr tanto internamente e ver-te natureza em mim.
Apetece-me adormecer e sentir a chuva acordar o desejo de sentir a luz.
Angustiada por não ver o sol e não poder sentir o seu calor em mim.
Aos domingos costumo ir correr e depois relaxar... Ver o mar e sentir a espuma em mim, aquelas ondas do Guincho a rebentar.
Sinto um vazio tão grande e profundo.
Não sei o que causa em mim aquela corrida, aqueles passos hesitantes durante tempo consecutivo. Desespero por não ver o tempo passar e ao mesmo tempo quero continuar.
O meu rosto torna-se feliz à medida que perco resistência e ao mesmo tempo ganho sensibilidade para poder continuar sem esforço. Sinto-me estranha, mas chove tanto que nem imagino para onde ir.
Vou tentar ouvir a musica que o caminho gravou em mim, fechar os olhos e ver-me a transpirar e a agradecer por correr tanto internamente e ver-te natureza em mim.
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
Correr comigo...
Nunca mais vim ao meu cantinho...
O meu cantinho não está esquecido...
Ando a tratar de correr um pouco. Não é correr comigo, ou melhor até é...
Correr faz-me bem à alma, ao corpo e deixa-me a vacilar. Quando menos espero mais sinto que me sinto a transformar. Hei-de relatar um dia destes a minha actividade de correr Comigo.
O meu cantinho não está esquecido...
Ando a tratar de correr um pouco. Não é correr comigo, ou melhor até é...
Correr faz-me bem à alma, ao corpo e deixa-me a vacilar. Quando menos espero mais sinto que me sinto a transformar. Hei-de relatar um dia destes a minha actividade de correr Comigo.
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
Perdida... De Novo...
Caíu um raio de leveza
Acentuou a magia que me inundou
Tropecei no que não conheço
Amei o que já tinha amado
Caminho meio descalça pelos trilhos do passado…
Choro porque aprendi a chorar
Sinto-me perdida
Mesmo perdida...
Vazia de tudo...
Reparo que me orientas
Acompanhas…
Nada me chega…
Onde moras vida antiga…
Onde estás vida nova?
Que vida me pertence?
Onde vivo? Estou viva?
Porque resisto ao que não conheço?
O que me consola… É o teu colo que sempre sinto neste meu Eu desconhecido…
O meu ser está perdido para
se reformar… Voltar de novo…
Para um novo começo acabar…
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Primeiro dia do mês de Agosto de 2013
Primeiro dia do mês de Agosto de 2013, apesar de ainda não estar de férias, senti-me de férias... Sinto-me de férias!
Tenho andado fugida, tenho-me refugiado em pequenos retalhos da minha vida, ou de outras vidas e fujo... Fugir para não me comprometer com a eficácia da sinceridade que me consome, mas não mata.
Apanho racatadamente pedras de menina perdida, espanto-me com a leveza com que as levanto e as coloco mesmo à minha frente impedindo o caminho, o meu caminho.
Como é um dia de inicio de férias, como quando em criança visitava a família, me orientava nas brincadeiras, sinto-me perdida e acho-me aqui a escrever, por merecer estar aqui. Gosto tanto deste pequeno pedaço da minha essência, que tenho que ter a paciência em me aceitar. Impotente e sem resistência para resistir.
Vou subir a vibração para não cair na vitimização que tanto acarinhei ao longo destes anos.
Sinto-me crescida, com um coração frágil, que gosta tanto de tanto e teme ser grande para não sofrer. Na verdade sofre na mesma e continua a sofrer, que mesmo pequenina a dor continua a doer...
Mas hoje é o primeiro dia de Agosto... E vou ficar por aqui a acariciar as palavras e os momentos que já vivi... Para alcançar outros escritos e outros saberes que hão-de vir.
Tenho andado fugida, tenho-me refugiado em pequenos retalhos da minha vida, ou de outras vidas e fujo... Fugir para não me comprometer com a eficácia da sinceridade que me consome, mas não mata.
Apanho racatadamente pedras de menina perdida, espanto-me com a leveza com que as levanto e as coloco mesmo à minha frente impedindo o caminho, o meu caminho.
Como é um dia de inicio de férias, como quando em criança visitava a família, me orientava nas brincadeiras, sinto-me perdida e acho-me aqui a escrever, por merecer estar aqui. Gosto tanto deste pequeno pedaço da minha essência, que tenho que ter a paciência em me aceitar. Impotente e sem resistência para resistir.
Vou subir a vibração para não cair na vitimização que tanto acarinhei ao longo destes anos.
Sinto-me crescida, com um coração frágil, que gosta tanto de tanto e teme ser grande para não sofrer. Na verdade sofre na mesma e continua a sofrer, que mesmo pequenina a dor continua a doer...
Mas hoje é o primeiro dia de Agosto... E vou ficar por aqui a acariciar as palavras e os momentos que já vivi... Para alcançar outros escritos e outros saberes que hão-de vir.
quarta-feira, 31 de julho de 2013
31 de Julho 2013
Hoje ultimo dia do mês de Julho reparo que nem este dia tenho para mim...
Estou a tentar uns minutos de descanso mas eles não moram aqui.
Fugiram apesar de acreditar em ti....
Mas afinal a energia ainda paira e está solta...
Voa frágil e pragmática mas voa...
Estou a tentar uns minutos de descanso mas eles não moram aqui.
Fugiram apesar de acreditar em ti....
Mas afinal a energia ainda paira e está solta...
Voa frágil e pragmática mas voa...
quarta-feira, 3 de julho de 2013
O livro: O Sol do Tarot de Sintra
Desde há 3
dias que me refugiei nas frases de um livro que me cativou, mesmo antes do ter.
Como sou de
ideias fixas, em dois dias tinha o livro nas minhas mãos, bem guardadinho como
se fosse um tesouro, que ao cobiçarem-no mo podiam esconder. Escondi-o eu!
Pergunto-me:
Porquê? Se há tanto tempo não conseguia ler um livro até ao fim, porque o faço
agora com dois livros de seguida?
Confesso que
ainda não percebi, nem nunca irei perceber. Resta-me sentir, sinto e faço-o.
Sei que é gratificante para a minha alma e aqui o tenho da cor do Sol, amarelo
e cheio de personagens onde me retrato. É a primeira vez que uma ideia fixa,
não se torna em obsessividade, antes pelo contrário sinto uma tranquilidade ao ler estas personagens.
Aleph
retrata os recantos em que me escondo, em que nunca cheguei a nascer, e quando
nasci voltei a esconder. Sinto tantas vezes os olhos inundados de lágrimas,
lágrimas que silenciam a minha dor e ao mesmo tempo a retratam. Estou como se
costuma dizer: Em estado de graça. Sinto-me leve e sem arrependimento. No
decorrer destes dois dias, a vida mostrou-me o passado, trouxe-me o passado e
sinto-me a fugir dele. Há oito dias queria a minha vida passada de volta, o
universo fez-me a vontade. Mostrou-me e fez-me sentir a sua energia. As
personagens que foram reais tornaram-se ficção, voltaram de carne e osso, para
que não restassem duvidas. Hoje com o “Sol do tarot de Sintra” na mão… Sinto-me
como se me identificasse com o que ainda não sei, mas ao mesmo tempo
adivinho que vou por aqui ficar. Se não saindo do mesmo lugar, o meu mundo de
repente se enriqueceu… O mundo nem sequer é meu… O mundo é de Deus ou de um Ser
Universal, que apesar do ver ou percepcionar , sinto-o dentro de mim. Somos criados à sua imagem e semelhança…
Basta…
Aqui já há
tanto para sentir, principalmente a minha missão. Ontem referia que nunca quis
ter filhos e verbalizei-o de uma forma diferente, sem arrependimento. Talvez
sinta um vazio… O que é este vazio?
Aleph
retrata uma parte de mim, outra parte que me resta quando me sinto judia dentro
deste corpo que não o é… Sei lá se o sou? Sei lá !!!
Numa
dualidade profunda reparo que estou aqui em reflexão… Na minha camara de
reflexão onde reina Deus e Sol e muito mais… O Sol e Ele fundem-se e deixam-me
assim a Oriente de onde estou ou a Oriente para onde vou.
Que
interessa a direcção? Se o que me arrasta é a vocação da criação que temo
destruir. De braços cruzados sobre o peito em esquadro ou sem o ser. Sinto a
medida da imensidão… As palavras, a energia de um livro que hoje me trouxe
tantos recantos e arestas deste meu pequenino eu.
Só me resta
dizer, que só por isto, já me sinto feliz… ou melhor, já me sinto sorrir
profundamente…
Vou retomar
a leitura, para mergulhar na realidade, aquela que conheço e que de lá nunca
quis sair…
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